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CGD APROVOU MORATÓRIAS DE CRÉDITO QUE REPRESENTAM 4,7 MIL MILHÕES DE EUROS
2020-05-13
JORNAL ECONÓMICO
António Vasconcelos Moreira e Maria Teixeira Alves
13 Maio 2020, 18:05
 
 
No total, a CGD recebeu 54.010 pedidos de moratória, dos quais 70% foram de particulares e 30% de empresas. no entanto, destes, 87% corresponderam a pedidos elegíveis, isto é, 47.114 pedidos. Isto significa que o banco liderado por Paulo Macedo já aprovou 80% dos pedidos de moratória elegíveis, que totalizam 5.778 milhões de euros.
 
Até segunda-feira, dia 11 de maio, a Caixa Geral de Depósitos (CGD) tinha aprovado de 37.846 pedidos de moratória de crédito que representam 4.737 milhões de euros.
 
O banco do Estado divulgou estes números esta quarta-feira, aquando da apresentação dos resultados relativos aos primeiros três meses do ano, tendo reportado um lucro líquido consolidado de 82 milhões de euros, uma quebra homóloga de 32%, com impacto de 60 milhões de euros para provisões.
 
No total, a CGD recebeu 54.010 pedidos de moratória, dos quais 70% foram de particulares e 30% de empresas. no entanto, destes, 87% corresponderam a pedidos elegíveis, isto é, 47.114 pedidos. Isto significa que o banco liderado por Paulo Macedo já aprovou 80% dos pedidos de moratória elegíveis, que totalizam 5.778 milhões de euros.
 
O valor do crédito em mora requerido pelos clientes da CGD já aprovado  ao abrigo da moratória anunciada do Governo e da Associação Portuguesa de Bancos (APB) têm uma diferença de cerca de 470 milhões de euros. São 2.129 milhões de euros no caso dos particulares e 2.608 milhões de euros no caso das empresas.
 
Nas linhas de crédito com garantia do Estado, o banco público tinha recebido até segunda-feira 7.375 pedidos, que representam 1.574 milhões de euros. Destes, a CGD aprovou 2.440 pedidos que somam 734 milhões de euros.
 
Fora das linhas de crédito com garantia do Estado, a CGD concedeu 9.500 milhões de euros em crédito, dos quais 1.900 dizem respeito a crédito concedido nos primeiros quatro meses de 2020, 2.900 era crédito pré-aprovado e 4.700 milhões correspondem a contas correntes disponíveis.
 
 
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