Quinta-Feira, 29 de Junho de 2017

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INFORMAÇÃO STEC
BASTA! NÃO QUEREMOS IR POR AÍ!
2012-09-18
COMUNICADO 10

As medidas anunciadas pelo Governo para o Orçamento de Estado para 2013 criaram um verdadeiro levantamento popular, bem patente nas manifestações realizadas por todo o país.
 

O Governo, aluno bem comportado da Troika e da Srª Merkel, insiste na receita da austeridade que, como já se viu pelos sucessivos PECs e Orçamentos de Estado pós Troika, só provoca redução salarial, mais pobreza, mais desemprego, mais injustiça social, mais recessão da economia e não resolve nenhum problema do país, nem reduz o défice.

O Governo não tem pejo de:

  • Desrespeitar a decisão do Tribunal Constitucional e insistir na retenção de um subsídio aos funcionários públicos e aos trabalhadores das empresas públicas, onde se incluem os trabalhadores do Grupo CGD;
  • Fingir que lhes paga o outro subsídio distribuído pelos doze meses para lho retirar através do aumento de 7% da taxa social única, entregando-o directamente às empresas;
  • Cortar os dois subsídios aos reformados;
  • Propor a redução dos escalões do IRS, o que significa um novo aumento deste imposto;
  • Liberalizar as rendas de casa, com o consequente aumento das mesmas;
  • Atualizar a avaliação dos imóveis com o consequente aumento incomportável do IMI.


A somar a tudo isto, assistimos ainda aos sucessivos aumentos nos preços dos combustíveis, dos transportes, da alimentação, das despesas com a saúde e com a educação.

Os trabalhadores do Grupo CGD já foram fortemente penalizados com a austeridade em 2011 e 2012.

Ao contrário, a Administração do Grupo é exceção à regra, e o seu Vice Presidente, Nogueira Leite, tem ainda a ousadia de vir afirmar que paga muitos impostos e se isto continuar que se “pira”. Estas afirmações são um insulto aos trabalhadores, por pate de quem recebeu, só da CGD, em 5 meses de 2011, 83.539,75€ de remuneração, 1.110,00€ de subsídio de refeição, 2.448,34€ em telemóvel e 2.149,85 em combustível, acrescendo o carro que utiliza, que custa 1.305,45€ por mês.

TEMOS QUE DIZER BASTA!
Os Portugueses já mostraram o cartão vermelho ao Governo!
Já mostraram que não querem ir por aí!

Dizem-nos que não há alternativa e que é necessária a estabilidade. Mas que estabilidade é esta? É continuar a caminhar ainda mais para o buraco, com receio dos mercados (leia-se especuladores)?

Não é este o caminho para a estabilidade! Há Alternativas! Vamos Exigi-las!

É Urgente:

  • Denunciar o Memorando com a Troika e renegociar com os credores, em termos que nos permitam desenvolver a economia e não só as empresas exportadoras;
  • Aumentar os salários e promover a contratação colectiva, como forma de contribuir para o aumento do consumo interno e o desenvolvimento da economia.



Isto não pode continuar!

Vamos exigir ao Presidente da República a demissão deste Governo!

Durante a reunião do Conselho de Estado,
6ª Feira - 21 de Setembro às 18Horas

TODOS A BELÉM!
PELOS NOSSOS DIREITOS!
PELO DESENVOLVIMENTO DO PAÍS!

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