Sábado, 19 de Agosto de 2017

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INFORMAÇÃO STEC
GREVE NO GRUPO CGD - 2 DE NOVEMBRO - CONCENTRAÇÃO - 15 HORAS
2012-10-29
COMUNICADO 15

Face ao Orçamento de Estado para 2013, apresentado pelo Governo, os trabalhadores do Grupo CGD vão confrontar-se com uma situação económica e social de uma gravidade sem precedentes, tal a brutalidade das medidas que os vão atingir:

  • Cortes de 3.5% a 10% nos salários mensais superiores a 1 500 €;
  • Suspensão das Diuturnidades, Anuidades, Promoções e Prémios;
  • Corte do Subsídio de Férias;
  • Pagamento do Subsídio de Natal em duodécimos que é completamente absorvido pelo IRS; 
  • Redução em 75% do valor a pagar por cada hora extraordinária;
  • Congelamento do valor do Subsídio de Almoço;
  • Redução do valor do Km, na utilização de viatura própria;
  • Redução drástica das Ajudas de Custo; 
  • Aumento do IRS e da alteração dos escalões;
  • Sobretaxa de 4% no IRS.


Quem pode aguentar com medidas tão brutais, tendo um nível remuneratório já tão baixo?
Para onde nos querem atirar?
Que futuro nos estão a preparar?


Em 2 de Novembro, vamos dar expressão pública a esta revolta

FAZ GREVE!
PARTICIPA na CONCENTRAÇÃO – 15H (frente à sede da CGD)
Inscreve-te para o transporte


Esclarecimentos Importantes:

  • Fazer greve é não comparecer no dia 2 de Novembro, no local de trabalho;
     
  • A greve está legalmente coberta pela entrega de pré-avisos às Empresas do Grupo;
     
  • Todos os trabalhadores do Grupo CGD estão abrangidos pelo pré-aviso de greve do STEC, independentemente do Sindicato em que estejam filiados, ou mesmo que não sejam sindicalizados;
     
  • Fazer greve no dia 2 implica apenas a perda do vencimento desse dia e não tem qualquer consequência em termos de antiguidade, prémios ou promoções;
     
  • O trabalhador é livre de decidir até à última hora se faz greve, sendo proibido à sua hierarquia quaisquer perguntas prévias acerca dessa decisão;
     
  • Um trabalhador de férias no dia de greve não pode ser obrigado a interromper e vir trabalhar;
     
  • A Empresa não pode durante a greve, substituir grevistas por pessoas que à data do seu anúncio não estavam colocadas neste estabelecimento ou serviço. Também não pode, desde aquela data, admitir novos trabalhadores para aquele efeito.

NOTA:
A CGD já foi condenada em Tribunal, por ter transportado trabalhadores de uma agência para outra, a fim de substituir grevistas e assim abrir o balcão. Esta violação à lei da greve constitui crime.

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