Quarta-Feira, 23 de Agosto de 2017

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DELEGADOS SINDICAIS REUNIDOS EM LISBOA E NO PORTO DECIDEM AÇÕES
2013-02-22

Os Delegados Sindicais sindicais reuniram em Lisboa no dia 19 e no Porto em 21 de Fevereiro com grande participação (96 em Lisboa e 63 no Porto), para analisar a situação atual que se vive no Grupo CGD e decidir medidas a tomar, tendo aprovado o documento que a seguir se transcreve, por unanimidade, nas duas reuniões.


Nestas reuniões foram também debatidas várias situações e problemas sentidos pelos trabalhadores nos locais de trabalho.

 

DELEGADOS SINDICAIS DECIDEM AÇÕES


Os Delegados Sindicais do STEC, reunidos no Porto no dia 21 de Fevereiro de 2013, para análise da situação em que se encontram os trabalhadores do Grupo CGD, com a aplicação do Orçamento de Estado de 2013, concluíram que:
 

- os trabalhadores do Grupo CGD se confrontam, desde 2011, com uma redução inaceitável das suas remunerações, que em muitos casos atinge os 30%, agravada com um aumento brutal de impostos;


- se agravou a situação de discriminação, em relação aos trabalhadores que desenvolvem uma atividade concorrencial;


- essa discriminação é ainda mais grosseira para os trabalhadores reformados da CGD, que não veêm reconhecidos os seus direitos, após a apropriação pelo Estado do seu Fundo de Pensões;


- assistem a nível da CGD e das outras Empresas do Grupo, à continuação de uma política de gastos, com mordomias internas e recurso a Empresas externas, chocante e absurda;


- se verifica uma notória fuga de clientes, determinada por medidas que a CGD impõe, e que a restante banca ignora, para além de outras situações negativas, como foi o caso recente dos cartões de débito diferido.



Perante este quadro, os Delegados Sindicais do STEC deliberam:

  1. Que o Sindicato entregue um Pré-Aviso de greve ao trabalho extraordinário, por tempo indeterminado, tendo em conta os cortes verificados no seu calculo, de forma a permitir aos trabalhadores recusar efetuar esses trabalho sem consequências e cumprindo assim escrupulosamente o seu horário de trabalho;
     
  2. Apelar aos trabalhadores para que cumpram rigorosamente todos os normativos internos, nomeadamente os que definem os procedimentos bancários a observar e que actualmente, pelas condições de trabalho existentes, nem sempre são cumpridos;
     
  3. Que o Sindicato avance com ações criminais individuais a todas as hierarquias que façam exigências ilegais ou assumam comportamentos pessoais abusivos que violem o Acordo de Empresa, o Código de Conduta em vigor e os direitos individuais dos trabalhadores;
     
  4. Exigir que as ações de formação se realizem dentro do horário normal de trabalho ou, em casos de justificada impossibilidade, sejam pagas nos termos legais e contratualizados;
     
  5. Que o STEC reivindique junto da Administração uma Política de Pessoal que aproxime os trabalhadores das suas zonas de residência, de forma a permitir aos trabalhadores e à Instituição uma poupança nos gastos de deslocação que hoje se verificam;
     
  6. Que o Sindicato recorra, mais uma vez, para os Tribunais, em relação a todas as situações de incumprimento do Acordo de Empresa que tem com a CGD e acordos contratuais com empresas do grupo CGD, nomeadamente cortes salariais e de Subsidio de Férias, não pagamento de prémios, de diuturnidades e de anuidades, não realização de promoções, redução do valor de ajudas de custo, das horas extraordinárias e do valor do Km...

 

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Reunião de Delegados Sindicais - Lisboa


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Reunião de Delegados Sindicais - Porto