Quinta-Feira, 29 de Junho de 2017

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2013-03-18
COMUNICADO 04

Nos dias difíceis que vivemos, em que os cortes salariais e o aumento brutal de impostos estão a levar ao desespero milhares de trabalhadores e de reformados do Grupo CGD, não é admissível, não é sequer concebível, que na CGD, a Empresa líder do Grupo, se passem situações como as que, a seguir, se denunciam. Nomeadamente:


A torre dourada da Sede da CGD


- A continuação de despesas com diversos altos quadros, atualmente sem funções e inoperacionais, mas a quem são mantidas, como se intocáveis fossem, as suas remunerações variáveis e até mesmo todas as suas mordomias!


Falamos naturalmente dos "residentes de luxo" da torre nascente / norte - piso 6, do edifício sede da CGD, que por tudo isto, até já passou a ser conhecida como a «torre dourada»



Viaturas pagas pela CGD... mas usadas como particulares
 

- A utilização abusiva de viaturas, pagas integralmente pela CGD e destinadas ao seu serviço, que são cada vez mais usadas como viaturas próprias.
 

Falamos de viaturas utilizadas abusivamente para todo o serviço particular e /ou familiar, seja dia útil, fim de semana ou até mesmo período de férias.
 
 

Ações de Formação - para a CGD as verbas... para os formandos os sacrifícios?


- O STEC reconhece a importância da formação, mas não aceita ações de formação, implementadas de forma obrigatória, sem levar em linha de conta as condições de cada local de trabalho, nomeadamente quando se trata de Agências, com todas as consequências negativas que daí advêm em termos da credibilidade da formação, do seu aproveitamento e da perturbação que provocam.
 

Falamos das ações de formação, por cuja realização a CGD recebe fundos comunitários, para as quais utiliza, em regra, o período pós laboral, várias vezes obrigando à deslocação dos formandos, mas onde o respeito pelo pagamento legalmente devido, é tratado como uma exceção.

 

Encerramento de Agências - quem sofre as consequências?


A primeira lista de encerramentos já é conhecida e embora a crise seja a razão apontada, há que dizer que a crise não explica tudo! De uma breve análise, verifica-se que a maioria destas Agências foram abertas há bem pouco tempo, numa altura em que a crise económica era já uma evidência.


Então pergunta-se: porque abriram? Não sabemos a resposta, mas sabemos que muitas destas aberturas de Agências levaram à criação de mais Direções regionais, com tudo o que isso envolve.


Estes encerramentos vão criar óbvios problemas aos respetivos trabalhadores, sejam estes chefias gestores de cliente ou administrativos, sendo certo que as soluções encontradas não irão satisfazer todos.
Como forma de minimizar esta situação, o STEC já alertou a Administração para a necessidade de se procurar aproximar os trabalhadores afetados, das suas zonas de residência.



Parece evidente que vão sobrar chefias! E isso só pode contribuir para recriar na CGD a velha fábula japonesa do «remador» - multiplicam-se os timoneiros ... mas cada vez há menos remadores!


MANTÉM-TE ATENTO!
PROTESTA!

 

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