Quinta-Feira, 14 de Dezembro de 2017

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2013-10-07
COMUNICADO 12

A Direção do STEC reuniu com a Administração, com o propósito de debater as questões que a seguir se transcrevem e que preocupam especialmente os trabalhadores da CGD.



A SITUAÇÃO SOCIAL QUE SE ESTÁ A VIVER NA CGD E A PREMÊNCIA DE MEDIDAS DE RESPOSTA


O STEC salientou que a CGD é um Banco de capital público, que rege a sua atividade, estritamente, pelas normas da concorrência, pelo que os seus trabalhadores são bancários e atuam no mercado em concorrência direta!


Face a isto, como é possível, tratar estes trabalhadores como bancários quando se lhes exige objetivos e... depois que o Governo os considere funcionários públicos quando se trata de lhes estender medidas de penalização?


Esta situação tem adensado na Empresa um clima de revolta e de incompreensão que, naturalmente, só pode conduzir à desmotivação e à descrença.


Neste ambiente, estão a surgir cada vez mais casos de intimidação, por parte de hierarquias que, porventura também pressionadas e inquietas, optam gerir pela ameaça e pelo medo.

A degradação das condições sociais é hoje uma realidade em todo o universo da CGD e a Administração não pode desconhecer as situações desesperadas que já se estão a viver e a gravidade das suas consequências, em termos de comportamento pessoal e profissional.


A Administração reconheceu a pertinência desta apreciação, nomeadamente que é no setor bancário que a concorrência é mais evidente e que os trabalhadores da CGD sentem isso mesmo na sua atividade, manifestando igualmente a sua preocupação pelo aumento dos casos de degradação social na CGD.


Quanto à denúncia de práticas de intimidação e ameaça, responsáveis pelo clima de medo que se começa a instalar na Empresa, a Administração manifestou a sua surpresa por uma situação que mostrou desconhecer e também a sua preocupação pelo facto, solicitando de imediato que o STEC fizesse chegar toda a informação de que dispõe.

 



STEC DEFENDE:
Aumento Salarial e das Pensões para 2014
Descongelamento das Promoções

Os trabalhadores da CGD não podem continuar a ter uma tabela salarial que há quase 4 anos se mantém igual e o STEC vai avançar com uma proposta de aumento remuneratório.


O congelamento das promoções tem de ser, com urgência, levantado e corrigido. Todos os trabalhadores que no final de 2012 tinham condições para ser promovidos em Janeiro de 2013 ou durante o ano, têm de o ser, em 1 de Janeiro de 2014.


Em resposta, a Administração considerou que esta posição do STEC é compreensível, que seria bom poder discutir a sua concretização, mas que são matérias que têm de aguardar pela apresentação do Orçamento de Estado de 2014, para verificar da sua, ou não, exequibilidade.


A Administração informou ainda que vem insistentemente a tentar fazer sentir ao Governo a necessidade do Orçamento de Estado não criar constrangimentos à CGD, mas que não está segura destas diligências virem a resultar e que só após a divulgação do OE 2014, será possível saber o que poderá fazer.
 



STEC ENVIOU CARTA À MINISTRA DAS FINANÇAS
 

Com o mesmo objetivo, o STEC endereçou uma carta à Ministra das Finanças, denunciando a situação que se está a viver na CGD, quanto à discriminação dos seus trabalhadores face à concorrência e alertando para a necessidade da CGD não vir a ser abrangida por eventuais medidas penalizadoras do O.E. 2014.
 



REESTRUTURAÇÃO DA EMPRESA


O STEC procurou indagar sobre: A redução da atividade da CGD; A diminuição do número de Agências e critério de encerramento; A saída da CGD de localidades onde era o único Banco e os interesses dos clientes e da população; Os direitos dos trabalhadores afetados.


A resposta da Administração, traduziu-se: Na explicação de que a reestruturação é uma imposição de Bruxelas aos Bancos que recorreram ao Fundo de Capitalização da Banca; Que a CGD antecipou essa reestruturação e que mais de 90% do trabalho já está concluído; Que o critério seguido foi o da rentabilidade; Que no único caso em que uma localidade ficou sem qualquer Banco, a CGD ultrapassou a situação e assegurou os interesses dos clientes e da população; Que neste processo, os direitos dos trabalhadores foram sempre garantidos.

 



A VENDA DA CAIXA SEGUROS E SUAS CONSEQUÊNCIAS PARA A CGD
 

O STEC levantou várias questões: Como vão ficar os clientes da CGD, cujas aplicações financeiras foram encaminhadas para os produtos da Fidelidade Mundial? E a CGD, com a perda de uma seguradora própria? Que consequências para a CGD, ao ficar no mercado sem essa componente, ao invés dos seus concorrentes diretos? Qual a razão da rede continuar a receber orientações de prioridade à venda de produtos da Fidelidade?
 

A Administração não teceu grandes considerações, nomeadamente pelo melindre de se tratar de um processo de venda que está em curso e de que se desconhece o resultado. Apesar disso, reconheceu que algumas das questões colocadas faziam, de facto, sentido.

 



EM CONCLUSÃO
 

Registamos, positivamente, que a reunião mostrou uma intenção de diálogo institucional, que urge continuar e aprofundar e a efetivar.


 

Mantém-te atento e informado !
O presente e o futuro estão em jogo !

Adere ao STEC !

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