Quinta-Feira, 29 de Junho de 2017

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AMEAÇAS E MEDO NÃO TRAVAM A NOSSA CONFIANÇA
2013-12-05
COMUNICADO 14

Estamos no último trimestre de 2013, a Assembleia da República discute o Orçamento de Estado de 2014, na CGD os boatos circulam por todo o lado, são os contactos a sondarem sobre a passagem à Reforma e à Pré-reforma, é a economia que está paralisada, são as grandes transformações sociais que se perfilam, é a inquietação e a insegurança a desenvolverem-se.


É inaceitável que na situação difícil em que os trabalhadores da CGD se encontram, haja hierarquias que escondam as suas frustrações e os seus medos, lançando ameaças e intimidações que chegam à exibição irresponsável e cobarde do fantasma dos despedimentos.


Ora, num momento em que todos devemos estar mais unidos e determinados do que nunca, para responder aos cortes salariais, aos incumprimentos contratuais e ao empobrecimento generalizado a que nos querem conduzir, estas atitudes apenas visam criar divisões e enfraquecer os trabalhadores.


Que ninguém se iluda, quem tem estas atitudes
é que está a dar um sinal de insegurança e medo!


E a única leitura que devemos fazer, quando confrontados com estas ameaças,
é perceber que aqueles “que se colocam em bicos de pés” e que exibem tanto poder,
estão é, na verdade, muito fragilizados!


MUITA COISA TEM DE MUDAR E... MUITA COISA VAI MUDAR!

 

A pirâmide da estrutura orgânica da CGD, nomeadamente a Rede de agências, estará por certo algo empolada e desajustada e a sua dimensão não se coadunará, com a realidade da economia nacional. Mas obviamente, isso não parece ser a preocupação oficial da Empresa, que até agora mostrou com as medidas tomadas que... há apenas um excedente de pessoal administrativo!

 

A “Torre Dourada” do Edifício Sede e os seus residentes, mostram outra evidência – vários quadros de alta hierarquia, que mantêm inalteráveis as suas mordomias (IHT, Viatura, cartão de crédito...) com a particularidade de nada fazerem! Alguns nem sequer se dignam cumprir o horário de serviço!


Os gastos obscenos, de muitos milhões, com Empresas externas à CGD, consultores, advogados, outsourcing, publicidade, marketing... não têm em regra qualquer justificação, até porque a Empresa dispõe, como sempre dispôs, nos seus quadros de gente qualificada para a maioria destas áreas!


A prática de «roulement» de quadros, que a CGD continua obsessivamente a cultivar, obrigando muitos trabalhadores a deslocarem-se diariamente dezenas ou centenas de km, a cruzarem-se uns com os outros nas estradas, com todos os perigos e custos para a Empresa e para os próprios e com os prejuízos pessoais, familiares e profissionais, que daí advêm, sem qualquer vantagem!


E perante isto tudo, estes gastos sem sentido e sem moral, ao que é que assistimos?
A uma caricatura!
Para a gestão, a preocupação dominante é, pasme-se, a despesa com o «Subsídio de Falhas»!

 



Mantêm-te atento e informado

Quem trabalha e luta, só pode estar confiante


A Direção

 

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