Quinta-Feira, 29 de Junho de 2017

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STEC
INFORMAÇÃO STEC
APOIO E INCENTIVOS SIM! ASSÉDIO E AMEAÇAS NÃO!
2014-04-02
COMUNICADO 02

Nos tempos difíceis que vivemos, já não bastavam os cortes salariais e o brutal aumento de impostos que estamos a sofrer, para ainda sermos confrontados com pressões, assédios e ameaças, diversas vezes mesmo, com ameaça de despedimento.


Já anteriormente o escrevemos. Quem recorre a este procedimento de baixo nível, não é digno, nem como pessoa, nem como hierarquia, e mais do que isso, demonstra uma clara insegurança e uma total falta de condições para desempenhar o seu cargo.

Porque nos apercebemos que este tipo de procedimento está em crescendo dentro da CGD e que as queixas nos estão a chegar em cada vez maior número, apresentámos o assunto à Administração.

A Administração rejeitou com veemência esta situação e, mais do que, isso manifestou uma completa disponibilidade para lhe pôr cobro e de uma forma drástica.

Assim, apelamos a todos aqueles que já tenham sofrido ou que venham a sofrer qualquer tipo de assédio ou ameaça que considerem atentatórias da sua dignidade profissional e pessoal que nos denunciem essa situação.

O STEC recolherá e tratará com sigilo tais informações, de forma a poder contribuir para a erradicação destes graves comportamentos na CGD e para o retorno de um clima saudável no ambiente de trabalho da Empresa.



ABONO DE FALHAS
O STEC contestou a Instrução de Serviço (PE.70) nº 8/2013 sobre o Abono para Falhas que faz uma interpretação errada da cláusula 64ª do Acordo de Empresa, colocando todos os que exercem a função de caixa como eventuais. A aplicação desta ordem de serviço está a ser gravemente lesiva dos direitos dos trabalhadores que exercem a função, levando inclusivé a Caixa a deixar de pagar este abono no mês das férias e nos subsídios de férias e de Natal, contrariamente à prática até esta IS.

Porque não concordamos com esta interpretação da CGD e não aceitamos as suas explicações... vamos de imediato recorrer para Tribunal, convictos da razão jurídica que nos assiste.
 
 

PROMOÇÕES
O STEC insistiu junto da Administração, numa solução equilibrada e justa quanto a esta matéria e reiterou a sua absoluta discordância relativamente à ideia dos anos 2013 e 2014 poderem vir a ser entendidos como anos 0 e não serem considerados para efeitos de promoção.

Seria uma injustiça absoluta e uma desigualdade de tratamento inadmissível, de uns trabalhadores em relação a outros. Também aqui não parece haver, por parte da Administração, abertura para se encontrar uma solução que corrija esta gritante injustiça. Uma situação que, alertámos, não afeta apenas os trabalhadores envolvidos como é também prejudicial aos interesses da CGD.

Face a esta discordância e impasse, a Administração decidiu que o assunto fosse apresentado à DAJ, para obtenção de um parecer jurídico que possa permitir clarificar o procedimento a seguir.



OS «CAIXA MAIS»
A situação especifica dos «Caixa Mais» - trabalhadores a quem são atribuídas cada vez maiores responsabilidades, mas a quem tardam em ser concedidos os estímulos inicialmente prometidos – foi também uma questão abordada com a Administração.

Ficámos a a saber que uma decisão quanto aos «Caixa Mais» está prestes a ser tomada e que a DPE está a trabalhar nessa solução, que deverá ser apresentada à Administração até ao fim de Abril.

Neste sentido, foi assegurado ao STEC que até final de mês de Abril, ou logo nos primeiros dias de Maio, seria tomada uma decisão acerca da situação profissional destes trabalhadores.



MEDIDAS DE APOIO SOCIAL
Relativamente à nossa proposta, de atribuição pela CGD de um apoio social aos trabalhadores com filhos nas creches, que pudesse minorar o seu custo, a Administração informou estar a trabalhar na proposta e de prever que até final de Abril seria tomada uma decisão sobre o assunto.

Assim e apesar de ainda não conhecermos a posição final da Administração, acerca do «Cheque Creche», mantemos uma expectativa positiva sobre este assunto.



CONTRADIÇÕES, INCOERÊNCIAS, GASTOS OBSCENOS...
A preocupação e o rigor que a Administração revela, de um extremo respeito pelas determinações legais, nomeadamente o Orçamento de Estado, não se coaduna com algumas decisões desta mesma Administração, como por exemplo, a atribuição recente de obscenos “prémios de desempenho” a alguns quadros, no momento em que estes passaram à reforma.

Aguardamos uma explicação cabal sobre estas decisões, inclusive pelo “pormenor” do pagamento destas chorudas quantias poder ter ficado isento do pagamento de impostos.

O rigor é um valor importante que a CGD tem obrigação de praticar e de preservar, mas não pode deixar de observar e de fazer respeitar esse mesmo rigor... em todas as suas decisões!



NÃO FIQUES ISOLADO
SOZINHO ÉS FRÁGIL

ADERE AO STEC


A DIRECÇÃO

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