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MUDANÇAS À VISTA NA BANCA
2016-01-27
TSF - AUDIO

Sónia Santos Silva - 27 JANEIRO 2016

Mira Amaral sai do BIC. No Novo Banco, o futuro de Stock da Cunha é incerto e na Caixa Geral de Depósitos, as alterações podem ser significativas. O "entra e sai" dos bancos é assunto em destaque na imprensa desta quarta-feira.

José de Matos, presidente da Caixa Geral de Depósitos e Nuno Fernandes Thomaz, número dois, são os nomes que o governo vai deixar cair. Segundo o Jornal de Negócios, a mudança está planeada, mas só deverá acontecer depois de concluída a elaboração do Orçamento do Estado.

Para os lugares de topo na Caixa há vários nomes em cima da mesa. Carlos Costa Pina era um dos eleitos, mas o gestor da Galp Energia mostrou-se indisponível. O Jornal de Negócios avança com António Ramalho, presidente da Infraestruturas de Portugal, que já passou pelo BCP.

Outro nome a ter em conta é o de Carlos Tavares. O homem forte da CMVM está de saída deste organismo. Com ele pode ir para a administração da Caixa Geral de Depósitos, António Castro Guerra. O antigo secretário de estado da Economia, no governo de José Sócrates, lidera o Banco Comercial do Atlântico em Cabo Verde. O Jornal de Negócios diz que na recente visita ao país, António Costa sondou o gestor.

No sector privado, o tempo também pode ser de mudanças. No Novo Banco, Eduardo Stock da Cunha tem mandato até agosto, que pode ser prolongado. Para isso tem de renovar a licença sem vencimento no Lloyd's até março, mas até agora, não há qualquer sinal neste sentido.

No BIC, Mira Amaral está de saída e, conta o Diário Económico, vai ser substituído por Jaime Pereira, vice-presidente do banco. No BPI Fernando Ulrich sai no final do ano por ter atingido o limite de idade para o cargo. Também aqui o número dois, António Domingues, deverá subir na hierarquia.

No puzzle da banca em Portugal há apenas duas peças que não se mexem. Nuno Amado continua no BCP e António Vieira Monteiro mantém-se no Santander Totta.
 

Entrevista à TSF 

O presidente do Sindicato deixa críticas à administração de José de Matos - 

João Lopes espera que a nova administração esteja disponível para integrar na cultura da empresa


João Lopes, presidente Sindicato Trabalhadores de Empresas do grupo CGD, aplaude a saída de José de Matos. Para os trabalhadores, a atual administração do banco vinculou-se em demasia às orientações do Governo anterior e falhou na defesa dos interesses dos trabalhadores.
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Rui Coutinho / Global Imagens