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CGD: PORTUGAL VIVE AMBIENTE ECONÓMICO QUE "DIFICILMENTE SE VAI REPETIR"
2017-05-24
NOTÍCIAS AO MINUTO

POR Lusa 

O presidente do Conselho de Administração da Caixa Geral de Depósitos (CGD) afirmou hoje que Portugal vive "um ambiente económico mais favorável", considerando que é uma "oportunidade que não se pode perder" porque "dificilmente se vai repetir".


Rui Vilar, que falava hoje na abertura do 3.º Encontro Fora da Caixa, organizado pela CGD na Aula Magna, em Lisboa, começou a sua intervenção por dizer que a experiência recente do sistema financeiro demonstrou que "o grau de previsibilidade se reduziu", que "os mercados são extremamente voláteis" e que, perante a crise, "as autoridades europeias multiplicaram as regras preventivas e as exigências convencionais" que os bancos estão obrigados a cumprir.

Depois, o responsável reconheceu que o ambiente agora é mais positivo, mas sublinhou que há problemas por resolver: "Felizmente, no nosso país, experimentamos hoje uma conjuntura com sinais positivos e tendências encorajadoras. Mas persistem muitos problemas, alguns de natureza estrutural, e muitos e urgentes desafios para diminuir bloqueios e constrangimentos de contexto".

Neste sentido, Rui Vilar apelou à necessidade de "não baixar os braços e continuar a lutar pela consolidação dos fundamentais" e considerou que Portugal tem agora "uma oportunidade que não se pode perder porque dificilmente se vai repetir".

O presidente do Conselho de Administração da CGD disse ainda que "é neste ambiente económico mais favorável, mas também mais exigente que a CGD está em melhores condições para responder às necessidades, aos projetos e às iniciativas das empresas".

Rui Vilar referiu-se ao processo de recapitalização e ao plano estratégico do banco público, "que se traduziram no aporte de 4,4 mil milhões de euros, o maior de sempre na banca portuguesa", destacando que esta operação "foi realizada em condições de mercado", não tendo sido, por isso, considerada como ajuda de Estado.

O responsável terminou o discurso a dar a garantia de que a CGD tem neste momento "uma posição de reforçada solidez" e que "está a avançar a execução do plano estratégico 2017/2020, reestruturando e redimensionando a operação [do banco] a caminho de condições de sustentabilidade e crescimento da rentabilidade".

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Fotografia: Global Imagens