Quarta-Feira, 22 de Novembro de 2017

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ASSÉDIO E TERRORISMO SOCIAL NA CGD
2017-10-31
COMUNICADO 10

Já não se pode escamotear que a CGD vive um grave momento de desnorte, de consequências imprevisíveis, mas cada dia mais preocupantes e estas são as palavras exatas para o definir.


Dos trabalhadores indiferenciados aos mais altos quadros todos reconhecem:
O medo, que todos os dias é incutido, campeia pela Empresa.


Para dar voz ao que muitos sabem, mas não ousam dizer, aqui vão, em discurso direto, alguns exemplos do que hoje se está a passar na CGD e que mostra o nível de ameaça e chantagem a que se chegou:

  • “sabem o que acontece, a quem tiver zero na avaliação? São os primeiros a ir para o desemprego!
  • a CGD quer despedir cerca de 2 000 trabalhadores e eu entrego para essa lista, quem tiver zeros, até porque eu não me vou prejudicar pelo mau rendimento de quem estiver na minha região!
  • por isso, pensem no seguinte - quem tiver zeros nos mapas, será imediatamente castigado!
  • o contrato de provimento não tem qualquer valor. Se quiser despedir, a CGD despede e pronto!
  • todos, mas todos, têm de vender Seguros e crédito à Habitação. Quem o não fizer vai para a rua!
  • sabem qual a conclusão disto tudo? O vosso emprego pode acabar de um momento para o outro!”

Que futuro tem uma Empresa que recorre a estes métodos, ou que deles faz “vista grossa”?


- Como é possível sequer pensar, que é seguindo esta cartilha que a CGD vai a algum lado?

- A situação acima descrita, só pode ter como consequência – criar a desorientação e a revolta, fazer perder a autoestima aos trabalhadores, levar à sua perturbação psicológica e ao aumento das baixas por doença, prestar um mau serviço aos clientes e com isso degradar a imagem da Instituição CGD.


Os trabalhadores esperam é que a Administração proclame e garanta para a Empresa um principio – Na CGD, não se aceitam lições de quem diz saber mais, mas de quem prove fazer melhor!


É tempo de a Administração olhar para a realidade que a cerca e não para a que lhe apregoam, tomar medidas e inverter este caminho trágico que está a levar a CGD ao precipício.


É urgente que a Administração reconheça a impossibilidade de conseguir alcançar a recuperação desejada se continuar a exercer a gestão da CGD... de “costas voltadas” para os trabalhadores.


Os trabalhadores são estimulados pelo exemplo e por uma liderança responsável, motivadora e solidária!

No dia 24 de novembro, reunirá o Conselho Nacional do STEC, para analisar a situação da CGD e decidir as medidas a tomar. Defenderemos os trabalhadores e a CGD até às ultimas consequências e para isso recorreremos a todas as medidas que o justifiquem e exijam.


Não fiques indiferente!
Mantém-te atento!

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