Domingo, 17 de Dezembro de 2017

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CGD – TRANSPARÊNCIA PRECISA-SE!
2017-11-23
COMUNICADO 11

No nosso último Comunicado “terrorismo social e assédio na CGD”, denunciámos situações e comportamentos, que estão a afetar gravemente o ambiente social na Empresa e a provocar consequências muito preocupantes para a saúde dos trabalhadores e o futuro da Instituição.

Agora vamos levantar outro tipo de problemas que também se estão a passar na CGD e que, a não serem rapidamente corrigidos, irão inevitavelmente agravar o quadro social da Empresa.


Falamos de contradições, de incoerências e de falta de transparência.



FORMAÇÃO – DMIF II

É uma exigência do Banco Central Europeu, para quem trabalha na atividade bancária e tem um contacto direto com os clientes. É uma prática formativa que se vai acentuar no futuro, pelo rigor que se pretende na relação com os clientes, quanto à venda de produtos financeiros e nas orientações a prestar quanto às aplicações financeiras.


Ora, precisamente por isso, a criação de condições e a garantia da sua equidade em relação a todos os que são chamados à frequência desta formação e ao seu aproveitamento, deveria ser, teria de ser, em primeiro lugar, um objectivo fundamental da CGD.


Lamentavelmente, não é isso que está a suceder! A inexistência, em diversas Agências, de condições mínimas para esta formação e a gritante desigualdade em que a mesma se está a desenvolver, levantam legítimas preocupações a muitos trabalhadores que se sentem abandonados e à sua sorte.


Como é possível sequer conceber, que uma formação tão fundamental para o exercício futuro da actividade bancária, seja tão desacompanhada pelo maior Banco Nacional?



REDUÇÃO DO PARQUE AUTOMÓVEL, NA CGD E NO GRUPO


É uma decisão de gestão, sobre que decidimos falar pelos seus efeitos positivos e… negativos.

Havia abusos na utilização das viaturas distribuídas? Havia, e de que maneira! Além da falta de rigor na sua utilização, apresentavam-se despesas de Via Verde em fins de semana e férias, havendo mesmo casos em que o utilizador da viatura estava deslocado no estrangeiro… mas com esta a continuar a circular em Portugal, com todos os custos inerentes!

Por isso, tudo o que se fizer para pôr ordem na utilização das viaturas, tem todo o nosso apoio.


Mas, não se compreende a retirada da viatura em situações que afetam os interesses da CGD!

Ora, infelizmente, nesta medida foi-se longe de mais e já há disso exemplos bem negativos.



SUBSÍDIO DE ALMOÇO – O RIGOR NÃO É PARA TODOS!


A explicação lacónica que foi dada para a mudança de uma prática de 40 anos no pagamento do Subsídio de Almoço, foi o rigor que era preciso passar a implementar neste subsídio.

Uma explicação que nada explicava, que não aceitamos e da qual recorremos para o Tribunal da Relação, aguardando atualmente uma decisão.

Ora o que é aqui ainda mais chocante, é saber-se que afinal este corte remuneratório aplicado aos trabalhadores da CGD, tem “alçapões”, que permitem a uns tantos fugir a este corte e ir até mais longe – receber o Subsídio de almoço… e ter o almoço pago pela CGD!



ADMISSÕES, PROMOÇÕES, RECLASSIFICAÇÕES, TRANSFERÊNCIAS…

A CGD sempre primou pela transparência da informação em Ordem de Serviço e no Caixa Pessoal, de tudo o que acontecia na Empresa, quanto a admissões, promoções, transferências, nomeações, reclassificações...


Ora, a que propósito e com que fundamento é que se decidiu passar a silenciar esta prática?


Que objetivo se pretende atingir? Quem assim procede não o faz inocentemente e tem decerto interesse em esconder alguma coisa...


Sendo o silêncio determinado para não se dar a conhecer a evolução das matérias de que atrás falamos, fica ao livre arbítrio de cada um imaginar o que se pretenderá esconder.


Esta alteração de procedimento levanta suspeições, permite especulações, afeta gravemente a cultura da CGD e o seu ambiente social, conduzindo à implementação de uma autêntica “lei da selva”, em que tudo se pode exigir e tudo se pode esconder… sem nada se explicar!

 

A Direção

  

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