Terca-Feira, 22 de Maio de 2018

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STEC
INFORMAÇÃO STEC
O CONSELHO NACIONAL DO STEC REUNIU EM 23 DE MARÇO NO PORTO.
2018-03-26

CONSELHO NACIONAL APROVA:
- MOÇÃO SOBRE A REVISÃO SALARIAL
- RELATÓRIO DE ATIVIDADES E CONTAS 2017

O Conselho Nacional do STEC reuniu em 23 de Março no Porto.

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Em debate estive o processo de Revisão da Tabela Salarial e Cláusulas de Expressão Pecuniária e a recente contra-proposta de 0,35% de aumento, apresentada pela CGD no âmbito da Conciliação que decorre no Ministério do Trabalho.

A Moção, aprovada por unanimidade, que se transcreve abaixo, resume a opinião deste órgão deliberativo do sindicato sobre esta importante matéria.

O Conselho Nacional aprovou ainda, sem votos contra e com uma abstenção, o Relatório de Atividades e Contas do STEC de 2017.

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MOÇÃO


O STEC apresentou, em 22 de março de 2017, uma proposta de revisão da Tabela Salarial e Cláusulas de Expressão Pecuniária para 2017 e 2018, baseada no protocolo assinado com a Administração em dezembro de 2015, aquando da revisão do AE;

A Caixa nunca respondeu formalmente a esta proposta como legalmente estava obrigada;

Perante esta posição, o STEC viu-se obrigado a requerer ao Ministério do Trabalho, em junho de 2017, a passagem à fase de conciliação;

Durante três reuniões de conciliação no Ministério do Trabalho, a Caixa apenas ameaçou com a denúncia do AE;

Perante a recusa da CGD em negociar aumentos salariais para 2017, o STEC apresentou em 9 de fevereiro de 2018 a reformulação da sua proposta com aumento para 2018;

Face a esta posição do STEC, a CGD viu-se finalmente obrigada, em 20 de março de 2018, a apresentar uma contraproposta de 0,35% de aumento salarial para 2018, manifestando, no entanto, abertura para a negociação;

Quanto a esta resposta a CGD continua a argumentar com a existência de limitações de aumento da massa salarial, constantes do Plano de Recapitalização, que se desconhecem;

Simultaneamente a CGD manifesta a sua intenção de proximamente rever o AE com o objetivo de aproximação às condições contratuais do setor bancário.

O Conselho Nacional reunido no Porto em 23 de março de 2018:
  1. Considera inconcebível o não cumprimento das obrigações legais por parte da CGD;

  2. Considera a proposta apresentada de 0,35% uma posição insuficiente e de grave insensibilidade social, por parte da CGD, não obstante a sua abertura à negociação. Os trabalhadores estão há oito anos sem qualquer aumento salarial e ainda viram reduzido o subsidio de almoço;

  3. Exige que a Administração apresente o Plano de Recapitalização onde constem as limitações invocadas;

  4. Reitera a sua confiança na Direção quanto à negociação em curso;

  5. Manifesta a sua disponibilidade para eventuais ações a desenvolver em defesa da proposta sindical.

 

Porto, 23 março de 2018

 
 
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