STEC - COMO ESTAMOS A VIVER NA CGD?

Terca-Feira, 21 de Agosto de 2018

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COMO ESTAMOS A VIVER NA CGD?
2018-07-19
COMUNICADO 05
Entrámos na segunda metade do mês de julho de 2018 e os trabalhadores e reformados da CGD continuam sem qualquer atualização salarial!
 
É verdade que já se realizaram algumas reuniões de negociação entre o STEC e a CGD.
 
É verdade que a CGD já assumiu disponibilidade para um aumento mínimo, independentemente da percentagem que vier a ser negociada.
 
É verdade que a atualização salarial que se negociar, será sempre retroagida a 1 de janeiro de 2018.
 
É verdade tudo isto, mas também é verdade que, até agora, sem apresentar uma proposta digna, a CGD não tem mostrado consideração ou respeito por quem está há mais de 8 anos a viver com o mesmo salário ou pensão de reforma!

ASSIM, AO MESMO TEMPO QUE O PROCESSO NEGOCIAL SE ARRASTA, NA CGD VIVE-SE:
  • Com salários de 2010;
  • Com objetivos e exigências de 2018;
  • Com agências a encerrar e os efeitos negativos que todos conhecemos:
    • Recolocação dos trabalhadores, sem um aparente critério objetivo quanto à situação profissional, à residência e aos problemas pessoais e familiares de cada um;
    • Excedentes, a nível de gerentes, subgerentes, gestores de cross-selling, gestores caixa azul…, sem um aproveitamento visível das suas competências e qualificações profissionais;
  • Com menos trabalhadores, pois muitos já saíram e mais pretendem sair, pela via dos PPR e RMA.

Vive-se na CGD um ambiente de profunda instabilidade social, com consequências graves em termos financeiros, de saúde, desmotivação e perda de auto-estima!
 
Ora, face a este quadro socialmente negativo e extremamente preocupante para o futuro da CGD, o STEC vem apelar a uma tomada de consciência por parte dos seus associados e dos trabalhadores em geral, no sentido de estarem atentos e mobilizados para a defesa dos seus interesses e direitos e da estabilidade da própria Empresa.
 
As próximas reuniões de negociação entre o STEC e a CGD serão decisivas, para encontrar uma solução minimamente justa… ou para um agravamento da situação que conduza a uma rutura de posições e ao desencadear inevitável de ações de contestação e protesto.

 

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