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TRABALHADORES DA CGD TECEM DURAS CRÍTICAS A PEDRO REBELO DE SOUSA
2012-05-09
JORNAL DE NEGÓCIOS

09 Maio 2012 | 12:36

Jornal de Negócios Online - negocios@negocios.pt


Estará Pedro Rebelo de Sousa no banco estatal para o privatizar? Porque ficou silencioso quando o Governo decretou que seria a Caixa a gerir o BPN? Estas são algumas das questões colocadas pelos trabalhadores da Caixa Geral de Depósitos (CGD) ao administrador não executivo do banco.

O Sindicato dos Trabalhadores das Empresas do Grupo Caixa Geral de Depósitos enviou uma carta ao administrador não executivo da CGD, Pedro Rebelo de Sousa (na foto), depois deste responsável ter dado uma entrevista ao "Expresso". Além de várias questões, os trabalhadores teceram duras críticas ao responsável e às declarações proferidas por este, numa carta aberta enviada também às redacções.
 

Pedro Rebelo de Sousa disse na entrevista que "o Estado devia vender 40% da Caixa Geral de Depósitos", uma declaração que foi criticada pelos trabalhadores, que questionam onde estava o responsável quando o Governo, em 2008, decidiu nacionalizar o BPN e porque razão ficou "silencioso quando o governo deliberou que seria uma instituição bancária pública - a CGD, a gerir o BPN nacionalizado?"
 

Uma questão deixada pelos trabalhadores é se Pedro Rebelo de Sousa está na CGD para "trabalhar para a sua privatização", isto depois do responsável ter dito na mesma entrevista que regressou a Portugal para privatizar o Banco Fonsecas & Burnay, a convite de Cavaco Silva.
 

Os trabalhadores demonstram bastante indignação sobre declarações do administrador do banco sobre o tempo que passa na CGD e o trabalho que está a ter, considerando que as afirmações de Pedro Rebelo de Sousa são mesmo ofensivas. Em causa estão frases como: o responsável dizer que está "a ter mais trabalho na CGD do que esperava" e que "passa na CGD apenas 15% do seu tempo".

 

 

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