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CGTP ESCOLHE ALTERAÇÕES NA SEGURANÇA SOCIAL E NA LEGISLAÇÃO LABORAL PARA TEMAS DO 1º DE MAIO
2012-04-23
PÚBLICO

23.04.2012 - 20:38
Por Lusa

A CGTP escolheu os “ataques à Segurança Social” e a revisão da legislação laboral como principais temas do próximo 1º de Maio.


“Estes serão os temas principais do 1º de Maio, assim como as respostas a dar ao Governo”, disse o secretário-geral da Intersindical, Arménio Carlos, em conferência de imprensa, após uma reunião da comissão executiva da central sindical.
 

O sindicalista criticou as últimas alterações das prestações sociais e o anúncio de um eventual plafonamento das contribuições para a Segurança Social, considerando esta possibilidade inadmissível porque “põe em causa a sustentabilidade, a universalidade e a solidariedade” do sistema.
 

Para defender as funções sociais do Estado, a CGTP promove dia 6 de Junho, em Lisboa, um encontro nacional sobre Segurança Social, que contará com a participação de especialistas na área, e onde a central sindical apresentará propostas alternativas para a Segurança social.
 

Antes disso, a 8 de Maio, assinala o Dia Nacional da Segurança Social distribuindo um manifesto aos trabalhadores e à população em vários pontos do país.
 

Para 17 de Maio foi marcada uma concentração junto ao Ministério da Solidariedade e da Segurança Social.
 

Ainda no âmbito da defesa das funções sociais do Estado a Inter vai promover em Julho uma iniciativa em defesa da educação e outra em Setembro em defesa da saúde.
 

Na conferência de imprensa, Arménio Carlos manifestou ainda preocupações relativamente ao Orçamento rectificativo, considerando-o “um novo pacote de austeridade” e acusou o Governo de estar a mentir.
 

“Cada vez nos parece mais claro que o Governo não está a falar verdade e está a acentuar uma política de propaganda”, disse o sindicalista, acrescentando que o ministro das Finanças “mais parece o ministro da propaganda”.
 

“O ministro das Finanças sabe que está a enganar os portugueses mas continua a mentir e isso é grave para os portugueses e para a imagem do país pois não credibiliza o país”, afirmou.

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