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"NÃO HAVIA RIGOROSAMENTE NADA A FAZER" PARA EVITAR PREJUÍZOS DA CAIXA
2012-02-14
NEGÓCIOS ONLINE

14 Fevereiro 2012 | 13:13
Rita Faria - afaria@negocios.pt

 

Presidente do banco do Estado lembra que os resultados da CGD se justificam pelo valor das imparidades, e recorda que, apesar das condições adversas, "os bancos portugueses reforçaram-se neste período".

Faria de Oliveira, presidente do conselho de administração da Caixa Geral de Depósitos, sublinhou hoje que os prejuízos apresentados pelo banco do Estado não eram contornáveis, e que, apesar das dificuldades do sector financeiro, os bancos portugueses estão agora mais sólidos.
 

“Só as imparidades, no caso da Caixa Geral de Depósitos, foram de 617 milhões de euros. Isto é inevitável, não havia rigorosamente nada a fazer”, disse o responsável, durante as comemorações do 20º aniversário da AERLIS. No entanto, frisou, “se os resultados foram negativos, também os bancos se reforçaram neste período, e os testes de stress confirmaram que os bancos portugueses estão bem”.
 

Faria de Oliveira recordou que “os bancos tiveram de alterar o seu paradigma”, estando este novo focado na captação dos depósitos, na continuação do acesso ao Banco Central Europeu, e ao reforço de cooperação com a União Europeia, no sentido de criar novos mecanismos para financiar a economia.

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