Sábado, 17 de Novembro de 2018

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CANDIDATO A SECRETÁRIO-GERAL DEFENDE AÇÕES DE LUTA CONVERGENTES
2012-09-11
DIÁRIO DE NOTÍCIAS

por Lusa, texto publicado por Paula Mourato

O candidato a secretário-geral da UGT, Carlos Silva, defendeu hoje que a central sindical deve responder com ações de luta às novas medidas de austeridade anunciadas pelo Governo, de preferência em convergência com o restante movimento sindical.

"As novas medidas de austeridade vêm agravar as dificuldades que os portugueses estão a atravessar. Atravessamos um momento muito difícil em que também há uma crise de valores e assistimos à destruição do Estado Social", disse Carlos Silva, em entrevista à agência Lusa.
O sindicalista defendeu que os trabalhadores e as organizações sindicais "devem reagir de forma enérgica e determinante contra esta situação".

"A UGT tem que dar um murro na mesa e mobilizar-se e aos trabalhadores para formas de luta, na rua e nas empresas", afirmou.

Carlos Silva considerou que os portugueses estão a viver "o momento mais difícil desde o 25 de abril" e, por isso, "há que saber reagir".

"A UGT tem de estar disponível para a unidade na ação, sejam greves ou manifestações, sobretudo em outubro, quando o Orçamento do Estado estiver em discussão", afirmou.

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