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CGD: ESTA FOI «A MAIOR GREVE DE SEMPRE» - MAIS DE METADE DOS BALCÕES TERÃO FICADO ENCERRADOS, DIZ RESPONSÁVEL
2012-11-04
TVI24

Por: Redacção | 2- 11- 2012 17: 1

O presidente do sindicato dos trabalhadores da Caixa Geral de Depósitos (CGD) diz que a greve desta sexta-feira contra o corte de vencimentos e a privatização do banco público é «a maior de sempre no grupo».


Segundo o responsável, que se encontrava entre as cerca de 500 pessoas (segundo a organizacão) que se concentraram frente à sede da CGD, em Lisboa, a meio da manhã «eram mais de 200» os balcões da CGD fechados em todo o país, para além de outros 200 que funcionaram «à porta fechada», de um total de 800 em todo o país.


No entanto, adiantou, citado pela Lusa, o fecho de balcões deverá ter aumentado à tarde: «A greve não se sente tanto em Lisboa, onde há muitos precários, contratados a prazo, mas no país profundo», afirmou João Lopes, dirigente do Sindicato dos Trabalhadores e das Empresas do Grupo Caixa (STEGC).


Os trabalhadores da CGD estão esta sexta-feira em greve contra cortes nos vencimentos. Os trabalhadores da Caixa criticam em especial a administração do banco público, liderada por José de Matos, de não pagar os subsídios de férias e de Natal este ano, considerando que o corte das remunerações dos funcionários serve para «financiar a empresa». Outro das razões do protesto prende-se com a eventual privatização da CGD, depois das notícias surgidas que dão conta do interesse do Governo numa alienação (ainda que parcial) do banco público a privados.


Marília Ventura, de 58 anos, veio de propósito de Aveiro para mostrar, em Lisboa, o seu descontentamento enquanto trabalhadora à administração, a quem acusa de viver com «mordomias» e de não ter vencimentos cortados porque, segundo a lei, operam em concorrência. «O Governo não corta nos que estão em cima, mas nos pequeninos», critica.


O balcão da CGD onde Marília trabalha, na loja do cidadão de Aveiro, abriu de manhã com dois funcionários, mas fechou à tarde.


Ja a agência de José Luis Lima, no centro de Braga, fechou hoje todo o dia. O trabalhador tambem critica os cortes que vencimentos que têm sofrido os trabalhadores do banco e o congelamento de promoções quando, refere, nem vão para abater no Orcamento do Estado, ficando na instituicão.

Veja aqui a reportagem TVI 

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