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OE - TRABALHADORES DA CGD DIZEM QUE CORTES SÃO "INJUSTOS"
2012-11-13
ECONÓMICO

Económico com Lusa
13/11/12 09:32
 

O Sindicato dos Trabalhadores da CGD considera "injusto e inaceitável" que os funcionários fiquem sujeitos aos cortes na função pública.


O Sindicato dos Trabalhadores do Grupo Caixa Geral de Depósitos considerou hoje "injusto e inaceitável" que os trabalhadores fiquem sujeitos aos cortes salariais da função pública devido a uma alteração prevista na proposta do Orçamento do Estado.


Em declarações à agência Lusa, Manuela Graça, membro da direcção do Sindicato dos Trabalhadores do Grupo Caixa Geral de Depósitos, disse que apesar de os cortes serem "injustos", não "são uma novidade" para o sindicato, mas sim uma reafirmação do que o ministro das Finanças já havia dito e que também consta na proposta do Orçamento do Estado para 2013.


"São cortes injustos e é por isso que vamos continuar a lutar contra eles a começar já por amanhã [quarta-feira) na greve geral", frisou.


Os trabalhadores da CGD e da TAP vão ficar sujeitos aos cortes salariais da função pública em 2013 devido a uma alteração prevista na proposta de Orçamento para o próximo ano que acaba com o regime de excepção em vigor.


"Os regimes de adaptações referidos não se aplicam em 2013", disse à Lusa fonte oficial do ministério das Finanças em relação à alteração feita à norma que permitia que os trabalhadores da Caixa Geral de Depósitos (CGD) e da TAP não ficassem sujeitos ao corte médio de 5% para todos os trabalhadores da função pública e empresas maioritariamente públicas com salários brutos acima dos 1.500 euros.

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