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CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS REGISTA PREJUÍZOS DE 36,4 MILHÕES DE EUROS
2013-05-15
NEGÓCIOS ONLINE

07 Maio 2013, 18:30
por Jornal de Negócios | jng@negocios.pt

O banco público registou um prejuízo de 36,4 milhões de euros no primeiro trimestre de 2013 devido à evolução desfavorável da margem financeira e ao forte impacto das imparidades associadas ao acréscimo não recorrente de custos com pessoal. Estado marca assembleia-geral da CGD para 31 de Maio.

O banco público registou um prejuízo de 36,4 milhões de euros no primeiro trimestre de 2013 devido à evolução desfavorável da margem financeira e ao acréscimo dos custos operacionais, justificado pelo facto de a Caixa Geral de Depósitos (CGD) voltar a pagar o subsídio de férias e de Natal aos funcionários, em 2013.
 
O banco liderado por José de Matos viu a margem financeira alargada deteriorar-se 46,8% para 207,9 milhões de euros, no primeiro trimestre do ano. Um decréscimo que foi apenas parcialmente compensado pelo crescimento da margem complementar (item relacionado com a actividade seguradora da Caixa) em 8,6% parar 269,9 milhões de euros. 
 
O produto da actividade bancária e seguradora recuou, desta forma, 24,0% para 570 milhões de euros. Em face do aumento de 10% dos custos operativos para 416,8 milhões de euros, o resultado bruto de exploração declinou 58,6% para 153,8 milhões de euros. O agravamento dos custos operacionais reflecte o facto de o banco estatal voltar a pagar subsídio de férias, lê-se no comunicado dos resultados. 
Na CGD, as provisões para fazer face a imparidades caíram 40,9% para 194,8 milhões de euros, o que levou o resultado antes de impostos e interesses minoritários a saldar-se no valor negativo de 39,8 milhões de euros. Há um ano, o resultado antes de impostos foi de 41,0 milhões de euros.
 
Estado marca assembleia-geral da CGD para 31 de Maio 
 
A assembleia-geral anual da Caixa Geral de Depósitos (CGD) vai ser realizada a 31 de maio, de acordo com informação avançada pelo banco público. 
 
A reunião magna da CGD, que tem como único acionista o Estado, é ordinária e servirá também para aprovar as contas do ano passado, quando o banco registou prejuízos de 395 milhões de euros.
 

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