Segunda-feira, 23 de Março, 2026

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Reunião do Conselho Nacional – 13/03/2026
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Realizou-se, no passado dia 13 de março, na Sede do STEC, em Lisboa, uma reunião do Conselho Nacional, a fim de discutir e votar o Relatório de Atividades e Contas apresentado pela Direção, relativo ao ano de 2025.

 

Estiveram presentes 49 membros do CN com direito a voto, para além dos membros do Conselho Disciplinar e Conselho Fiscal.

 

 

Depois de aprovada a ata número cinquenta, relativa à reunião do Conselho Nacional de 21 de novembro de 2025, o Presidente da Mesa deu a palavra à Direção, tendo a vice-Presidente, Joana Carvalho, referido que o ano de 2025 foi de trabalho bastante intenso, perante uma Administração intransigente, registando-se, por isso, um aumento significativo da litigância com a CGD, com queixas na ACT e o apoio a colegas por despedimento ilícito.

 

Abordou ainda diversas questões contidas no relatório, tais como: as reuniões com a COF e Grupos Parlamentares, sobre a recuperação do tempo de serviço de 2013 a 2016, ainda sem solução; a participação e adesão à greve de 11 dezembro de 2025, contra o pacote laboral e o inquérito sobre o bem-estar social, contratualizado com o ISCTE, que não foi concretizado por clara ingerência e pressão da CGD junto daquela entidade.

 

De seguida, intervieram outros membros da Direção, responsáveis pelos diversos pelouros, que abordaram as questões essenciais descritas no Relatório de Atividades, explicando, de forma detalhada, os assuntos mais importantes referidos em cada capítulo do documento.

 

Seguidamente, Joana Friezas, membro da Direção, procedeu à apresentação das contas de 2025, explicando, de forma detalhada, as diversas rubricas contabilísticas que constam do documento.

 

O Presidente do Conselho Fiscal, Fernando Camilo, interveio, explicando o sentido do parecer favorável do Conselho Fiscal às contas de 2025, apresentadas pela Direção, congratulando-se com o reforço da solidez financeira do Sindicato e deixando uma breve nota sobre o documento em análise.

 

Não havendo pedidos de esclarecimento por parte dos conselheiros, a Mesa colocou à votação o Relatório e Contas do exercício de 2025, tendo o mesmo sido aprovado por unanimidade e aclamação.

 

Foi aberto o período fora da ordem trabalhos, tendo o Presidente da Direção, Pedro Messias, usado da palavra para dar a conhecer o trabalho desenvolvido pelo STEC, nos diversos assuntos tratados com a Caixa, nomeadamente:

 

  • A negociação da tabela salarial para 2026, salientando a comunicação da CGD sobre os aumentos salariais e prémios de desempenho à quase totalidade de trabalhadores, o que, na opinião do STEC, não corresponde à realidade; a continuação da luta pela recuperação dos 4 anos de serviço de 2013 a 2016; o registo de presenças eletrónico na rede comercial; as sanções disciplinares abusivas e a degradação das condições de trabalho.

Seguidamente, interveio, a título pessoal, o vice-Presidente da MAG, João Lopes, tendo feito um resumo histórico desde a fundação do STEC e a sua participação nas atividades do sindicato ao longo destes 25 anos. Salientou, entre outros, alguns pontos essenciais, tais como: a luta pelo Fundo de Pensões; a consolidação do STEC como o Sindicato mais representativo no Grupo Caixa; a luta e a resiliência que o STEC sempre assumiu na defesa dos trabalhadores e o grande legado e património que o Sindicato detêm.

Em jeito de despedida, apelou aos futuros Órgãos Sociais do Sindicato, para que exerçam e cultivem entre si uma prática sindical de diálogo, solidariedade e fraternidade.

 

O Presidente da Direção, Pedro Messias, enalteceu o papel dos sócios fundadores do STEC e referiu a relevância atual do Sindicato, como o mais representativo, que continua a prosseguir o seu legado na luta e mobilização dos trabalhadores. Referiu ainda todo um conjunto de reivindicações e lutas que o STEC tem vindo a desenvolver, na defesa intransigente dos direitos dos trabalhadores.

 

Interveio ainda o conselheiro Miguel Rego, que teceu algumas considerações sobre o próximo processo eleitoral, referindo algumas preocupações e alertando que, na sua perspetiva, o STEC deve sempre privilegiar a luta e a defesa dos trabalhadores.

 

A Direção apresentou à Mesa, uma Moção (consultar em anexo), que depois de distribuída e analisada por todos os Conselheiros, foi aprovada por unanimidade.

 

A minuta da ata da reunião, foi lida e colocada a votação pela Mesa, tendo sido aprovada por unanimidade.

Antes de encerrar a reunião, referindo ser a última vez que a dirigia, o Presidente da MAG, Arnaldo Carvalho, usou da palavra para se despedir de todos os membros do Conselho Nacional. Efetuou uma sucinta resenha do longo caminho percorrido, desde a fundação do STEC até aos dias de hoje, partilhando, com todos, algumas memórias dos momentos decisivos, num percurso de quase 25 anos.
Despediu-se, pedindo a todos união e firmeza no trabalho e na luta, perpetuando os valores e princípios que estiveram na origem da fundação do STEC.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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