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Quinta-feira, 18 de Julho, 2024

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CGD recusa cumprir a decisão do Governo de aumento de 1%
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Na sequência da proposta de revisão salarial intercalar de 1% apresentada pelo STEC, com efeitos a 1 de janeiro de 2023, conforme determinado pelo despacho do Ministério das Finanças, para as Empresas do Setor Empresarial do Estado, onde se inclui a Caixa Geral de Depósitos, foi rececionada comunicação da CGD informando que não fará novos acordos salariais.

 

O STEC informa que reuniu com o Presidente da Comissão Executiva, tendo sido reiterada a informação de que a CGD não iria cumprir esta determinação do Governo.

Em alternativa foi apresentada pela CGD, a possibilidade de se efetuar um pagamento em formato de apoio extraordinário, ou seja, um valor a definir e a pagar numa única tranche apenas aos trabalhadores do ativo.

 

O STEC naturalmente não se opõe a que o referido pagamento se concretize, reconhecendo o empenho dos trabalhadores da CGD, desde que de forma transparente, justa e igualitária, de modo que não se repita a discriminação ocorrida em 2022, e que mereceu a nossa profunda oposição, pois visava fazer face à histórica inflação, mas deixou injustamente de fora os pré-reformados e os trabalhadores com um rendimento bruto acima de 2 700 €!

 

Não obstante qualquer pagamento extraordinário que a Administração entenda realizar, o STEC não abdicará do cumprimento do aumento intercalar de 1% que, recordamos, foi determinado pelo Governo, face à necessidade de uma rápida correção dos aumentos salariais já negociados, em resultado de um registo de inflação acima do que era previsto para 2023.

 

Nesse sentido o STEC vai, nos termos da legislação em vigor, requerer o início do processo de conciliação no Ministério do Trabalho, e solicitar audiências aos Grupos Parlamentares da Assembleia da República, Ministério das Finanças e Comissão de Orçamento e Finanças!

 

O STEC não aceita que a CGD, uma Empresa que no exercício de 2022 e nos primeiros três meses de 2023 já acumula um lucro de mais de mil milhões de euros, se recuse a atualizar os salários e pensões de trabalhadores e reformados, em apenas 1%, tal como já fizeram várias outras Empresas do Sector Empresarial do Estado e com menos resultados, acolhendo essa deliberação governamental!

 

A intransigência e a ganância não passarão!

 

A Direção

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